Métodos contraceptivos e ação das drogas .

Métodos físicos de barreira

Os métodos de barreira física são os quais onde se cria uma barreira que possa impedir a fecundação. Eles impedem que os espermatozóides vão ao encontro dos óvulos a serem fecundados.

Preservativo masculino – é fabricado com látex e tem certa elasticidade, é colocada no pênis ereto.  A camisinha masculina barra os espermatozóides liberados na relação sexual. O preservativo masculino possui grande eficácia na proteção contra as DST’s chegando em ate 96%.

Antes de usá-la deve-se estar atento à data de validade ou a imperfeições na embalagem antes da utilização do mesmo, é importante ainda observar se o produto possui o selo do INMETRO.

Modo de usar:

Ao abrir a embalagem é importante ter cuidado para não causar danos ao látex.

Puxe a pele que cobre a glande, para trás, deixando com que ela fique exposta.

Coloque-o na ponta do pênis e retire todo o ar existente nas extremidades pressionando a ponta com os dedos, isso deixará um lugar para o sêmen após a ejaculação (isso é importante, pois caso este lugar não exista o preservativo pode estourar, fazendo com que o sêmen entre em contato com o corpo feminino).

Desenrole o preservativo até a base do pênis, após a ejaculação segure a borda da camisinha na base do pênis para que ela não deslize, deixando assim espaçar o sêmen.

Após a ejaculação, remova a camisinha com o pênis ainda ereto, pois se ele amolecer a camisinha ficará frouxa deixando espaçar o sêmen, amarre-a e jogue-a no lixo.

Preservativo feminino – É uma membrana de poliuretano. Possui dois anéis, um deles é colocado no interior da vagina, chamado de anel interno e outro que fica fora da mesma, o anel externo. Possui eficácia de ate 97% se utilizada corretamente.

O preservativo pode ser colocado até 8 horas antes da relação. É importante praticar a inserção deste material antes de ter relações sexuais.

Modo de usar:

Encontre uma posição confortável:

– Pode-se ficar em pé;

– Pode-se ficar com um dos pés sobre uma cadeira;

– Pode-se sentar ou agachar com as pernas separadas.

Segure o preservativo com a abertura direcionada para baixo, com a parte externa segura, pressione o anel interno com o dedo polegar e médio, formando um “8”.

Empurre a camisinha o mais fundo possível no canal vaginal, para que cubra o colo uterino. Caso sinta incômodo, ajuste-a com o dedo. A camisinha feminina não precisa ser desenrolada.

Durante a relação deve-se tomar cuidado para que o pênis não penetre abaixo ou nas laterais da camisinha, a relação deve acontecer dentro da camisinha, caso o pênis deslize deve-se parar a relação.

Para retirá-la torça o anel externo para evitar a contaminação do lixo e de pessoas que poderão manuseá-lo, em seguida retire a camisinha puxando-a cuidadosamente, após feito, embrulhe-a com papel e jogue-a no lixo.

Diafragma

É uma pequena cúpula feita de látex ou silicone colocado na vagina de modo a cobrir a entrado do colo do útero, bloqueando assim a passagem dos espermatozóides. Não pode ser utilizado por mulheres virgens.

O uso do diafragma requer acompanhamento médico.

Modo de usar:

Antes de usá-lo pela primeira vez, introduza o dedo indicador no canal vaginal, movendo-o delicadamente você sentirá o colo do útero com uma saliência com consistência similar à ponta do nariz, e logo após identificará o osso púbico. O diafragma deverá cobrir o colo do útero e se apoiar no osso púbico.

Espalha-se espermicida na parte dentro do diafragma;

Dobra-se o diafragma afim de facilitar sua introdução;

Introduz-se o diafragma na vagina, fazendo-o cobrir a entrada do colo do útero;

Conferir se o diafragma está colocado corretamente com o dedo.

O diafragma deve permanecer colocado de 6 a 24 horas após a relação. Se for utilizado corretamente, o diafragma tem resultado relativamente eficaz. Pode ser reutilizado durante 2 a 3 anos, se higienizado corretamente.

 

 

 

Métodos hormonais

Pílulas – É o método mais adotado por mulheres jovens e o mais seguro dos métodos anticoncepcionais. Consiste da associação do estrógeno e da progesterona, hormônios produzidos normalmente no organismo da mulher.  A pílula impede que os ovários liberem o óvulo. O primeiro comprimido deve ser consumido no inicio do ciclo, a partir daí toma-se um comprimido por dia até que termine a cartela. Deve ser ingerida diariamente e sempre no mesmo horário para garantir sua eficácia que é de 99%, deve também ser prescrita e acompanhada por um médico.

Injetáveis – É constituída pela mesma concepção química da pílula, porém para que o efeito seja prolongado, os injetáveis possuem doses mais concentradas do que as pílulas. Sua aplicação é mensal, por via intramuscular. É um método seguro, porém devido à alta concentração de hormônios pode causar mudanças no ciclo menstrual. Não é indicado para mulheres nos extremos da vida reprodutiva. Deve-se ser prescrita e acompanhada por um médico.  É bastante eficaz, chegando até 99,7%.

Implantados – Micro bastão que libera progesterona lentamente durante um longo período proporcionando contracepção durante 3 a 5 anos após a implantação. Sua inserção é simples e fácil, e deve ser realizada por um médico. Sua eficiência é de até 99,7%.

          Métodos Intra-Uterinos

DIU (Dispositivo Intra-Uterino)

É um instrumento de plástico e cobre que impede a implantação do embrião no endométrio, sua inserção e remoção tem que ser feita por um médico. Se colocado durante a menstruação no interior do útero, por um médico, evita a fecundação, por impedem que os espermatozóides cheguem ao óvulo. É apresentado em várias formas, o mais comum é o em forma de “T”, e pode permanecer por longos períodos no organismo. Tem bastante eficácia, perdendo apenas para as pílulas. Não é abortivo mais pode causar cólica e aumento do fluxo menstrual. Sua eficácia aumenta ao decorrer do tempo de uso.

Métodos Irreversíveis

          Os métodos irreversíveis são os cirúrgicos. Algumas pessoas decidem não ter mais filhos definitivamente. Para isso, se submetem à esses procedimentos cirúrgicos que podem ser aplicados tanto nos homens como nas mulheres.

Vasectomia (esterilização masculina) – O procedimento consiste no corte dos canais deferentes que conduzem os espermatozóides dos testículos ao pênis. A realização da vasectomia, a função sexual do indivíduo não é afetada. Após a cirurgia deve ser feita a análise do sêmen, para que seja confirmada a ausência dos espermatozóides móveis, que ocorre 12 semanas ou 20 ejaculações após a cirurgia.

Laqueadura tubária ( esterilização feminina) –. Pode ser realizado por minilaparotomia ou por videolaparoscopia. Consiste no corte e/ou ligamento cirúrgico das tubas uterinas, que conduzem o óvulo até o útero para ser fecundado.  A laqueadura previne a gravidez, mais não protege a mulher das DST’s é importante que se mantenha o uso da camisinha nas relações.

Tabelinha e coito interrompido

Tabelinha – Consiste em cálculos dos dias em que a mulher estará mais propensa a engravidar, caso tenhas relações sexuais sem proteção. Geralmente a mulher é fértil no meio do ciclo menstrual, quando ocorre a ovulação, para saber se este ciclo está regularizado é ideal que se anote durante seis meses o dia do inicio de cada menstruação. Ao fim deste período  deve-se contar o intervalo entre o inicio de duas menstruações consecutivas, estes intervalos correspondem ao ciclo menstrual.

Este método é bastante propenso a erro, então é indicado que seja associado à outros tipos de métodos como a camisinha, diafragma, etc. O ideal é que o indivíduo não tenha relações sexuais sem usar preservativo, ou evite as relações. Este método não protege contra as DST’s.

Coito interrompido – Pode geralmente referir-se à remoção do pênis da vagina antes da ejaculação. Vários médicos vêm este método como ineficiente, porque em vários casos falta o auto-controle da pessoa, ou atraso na retirada do pênis, pode ocorrer também de espermas de ejaculações anteriores ficarem alojados no pênis e serem liberados durante a relação, por isso é recomendado aos usuários deste método que urinem entre as ejaculações.

O coito interrompido é muito ineficiente na prevenção das DST’s, pois o fluído pré-ejaculatório pode conter partículas do vírus, a interrupção do intercurso sexual pode causar também insatisfação ao parceiro ou ainda causar uma gravidez indesejada.

Dica :

Vale lembrar e relembrar a todos os colegas a importancia da prevenção de doenças , bem como uma grávidez indesejada. Muitas pessoas só pensam no prazer que aquele momento lhe proporciona , porém não pensa nas consequencias que aquela atitude desprevenida pode causar. Por isso , previna-se e livre-se da estatística =D

LSD

LSD é o acrônimo de Lysergsäurediethylamid, palavra alemã para a dietilamida do ácido lisérgico, que é uma das mais potentes substâncias alucinógenas conhecidas. Uma dose de apenas cem microgramas causa um brutal aumento nos sentidos, afetando também os sentimentos e a memória por um período que pode variar de seis a quatorze horas.

Princípio ativo

O nome LSD, ou LSD-25, é uma abreviatura de dietilamina do ácido lisérgico. Apenas algumas frações de grama são necessárias para acarretar efeitos no ser humano; 0.05mg podem causar até 12 horas de alucinações. O LSD é consumido normalmente por via oral. O droga se apresenta em cartelas subdivididas em “pontos”, que é, efetivamente, onde está o princípio ativo. Para se obter os efeitos da droga, esse “ponto” é ingerido pelo consumidor, ou simplesmente deixado embaixo da língua. Além de poder ser ingerido, o LSD pode ser também fumado, apesar dessa forma de consumo ser pouco comum.

Principais efeitos

O LSD é um alucinógeno e, portanto, produz distorções no funcionamento do cérebro. Os efeitos variam de acordo com o organismo que está ingerindo a droga e de acordo com a ambiente em que ela está sendo consumida. O usuário pode sentir euforia e excitação ou pânico e ilusões assustadoras. A droga dá uma sensação de que tudo ao redor do usuário está sendo distorcido. As formas, cheiros, cores e situações, para a pessoa que está sob o efeito da droga, se alteram, criando ilusões e delírios, como paredes que escorrem, cores que podem ser ouvidas e mania de grandeza ou perseguição. Além disso, uma pessoa sob o efeito do LSD perde o juízo da realidade e com isso a capacidade de avaliar corretamente uma situação qualquer, por mais simples que possa ser. Por perder a noção da realidade, o usuário de LSD pode se julgar capaz de fazer coisas impossíveis como andar sobre as águas, produzir fogo ou mesmo voar. O LSD também causa um fenômeno chamado de “flashback”: o usuário, semanas ou meses sem consumir a droga, começa a sentir os efeitos da droga, como se tivesse acabado de consumí-la. Os flashbacks podem acontecer a qualquer momento. No corpo, os efeitos do LSD são relativamente leves, aceleração de batimentos cardíacos, pupilas dilatadas e aumento do suor. Casos mais graves como convulsões podem ocorrer apesar de serem muito raros. O maior perigo do consumo de LSD não é, mesmo em doses mais fortes, de intoxicação física, mas suas conseqüências psíquicas.

Histórico

O LSD é uma droga relativamente nova. As primeiras notícias de uso vêm do final da década de 30 e início dos anos 40. Inicialmente, como a maioria das drogas, foi utilizada para fins medicinais, no tratamento de doenças psiquiátricas como a esquizofrenia, mas se mostrou ineficiente e caiu em desuso medicinal. Nos anos 60, teve uma explosão de consumo. Os consumidores buscavam, com a droga, “novas formas de expandir a mente” ou “aumentar o estado de consciência”. Hoje, no Brasil, o Ministério da Saúde não reconhece nenhum uso para a droga e proíbe seu uso, produção e comércio no país.

Química
O LSD é um derivado da ergolina. Ele é geralmente produzido a partir da reação da dietilamina com uma forma ativa de ácido lisérgico.

Como uma dose ativa de LSD é incrivelmente pequena, um grande número de doses pode ser sintetizado a partir de uma pequena quantidade de matéria-prima. Com cinco quilogramas do sal tartrato de ergotamina, por exemplo, pode-se fabricar aproximadamente um quilograma de LSD puro e cristalino. Cinco quilogramas de LSD — 25 kg de tartrato de ergotamina — são capazes de gerar 100 milhões de doses típicas. Como as massas envolvidas são tão pequenas, o tráfico ilícito de LSD é muito mais fácil que o de outras drogas ilegais como cocaína ou maconha, em iguais quantidades de doses.

A fabricação de LSD requer equipamentos de laboratório e experiência na área da química orgânica. Leva-se dois ou três dias para produzir 30 a 100 gramas do composto puro. Acredita-se que o LSD geralmente não é produzido em grandes quantidades, mas em diversas séries de pequenos lotes. Esta técnica minimiza a perda de precursores químicos no caso de um passo de síntese não funcionar como esperado. 

Overdose

Inexistem estudos que comprovem a existência de overdose por LSD, mesmo doses maciças são toleradas devido ao mecanismo de ação da droga que se dá pelo bloqueio dos receptores pré-sinápticos da dopamina (D1 e D2 principalmente) o que aumenta a concentração de dopamina na fenda sináptica. Por consequência, inexiste dose letal para a droga na sua forma pura. Isso implica que aumentos na dosagem não levam a aumentos no efeito tóxico da droga, a partir de uma dosagem limite, sendo que o excesso da droga é eliminado pelo organismo da forma usual (desintoxicação hepática e eliminação pela urina dos metabólitos

Tolerância e dependência

O LSD tem a propriedade de se ligar ao tecido adiposo, e desprender-se após algum tempo. Existe tolerância virtualmente completa após três a quatro dias de uso continuo, ou seja, nesse período, o usuário deixa de experimentar qualquer efeito no uso da droga. A tolerância é rapidamente revertida entre quatro e sete dias de abstinência, retornando os efeitos da droga de modo quase completo. Pode levar a dependência psicológica, embora isso seja raro, mas não leva a dependência física. Inexistem sintomas de abstinência.

Síndrome de Abstinência

O LSD não leva comumente a estados de dependência e não há descrição de síndrome de abstinência porém em alguns casos ocorre a voltas das sensações experimentadas, em geral ruins, mesmo sem ter tido um novo consumo da droga (“flashback”ou rebote). Todavia, o LSD, assim como outras drogas alucinógenas, pode provocar dependência psíquica ou psicológica, uma vez que a pessoa que habitualmente faz uso destas substâncias como “remédio para todos os males da vida”, acaba por se alienar da realidade do dia-a-dia.

Campanha

Muitas vezes os jovem reclamam que  foram assaltados ou sofreram com algum crime , colocando toda a culpa no governo e na policia , dizendo que elas não são competentes e que o Brasil está uma merda.Mas esse mesmo jovem que reclama e coloca a culpa nos outros a noite vai para festas e financia essas praticas criminosas por meio do uso das drogas …

 

 

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